Estado, transnacionalidade e políticas globais

Autores

  • Alexandrina Sobreira de Moura

DOI:

https://doi.org/10.21874/rsp.v59i2.148

Resumo

Texto publicado na RSP de Set/Dez de 1994 (vol. 118, ano 45, n.3)

 

Refletir sobre o Estado moderno requer a compreensão do processo de globalização, que se consolida por meio de atores transnacionais. Dessa maneira, é importante discutir a forma de interação entre o Estado e o setor não-governamental que, atuando como grupos de pressão, cria políticas globais que debilitam gradualmente a centralidade do Estado e geram uma crise de governabilidade. Como as políticas globais são realizadas em instâncias locais, a abordagem beyond the state se torna vunerável na medida em que o Estado é agente, se não definidor, implementador dessas políticas. Para tanto, faz-se oportuna uma associação entre o Estado e o setor não-governamental, permitindo que um processo descentralizador e participativo favoreça os elementos para o redesenho do Estado.

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Publicado

2014-02-18

Como Citar

Moura, A. S. de. (2014). Estado, transnacionalidade e políticas globais. Revista Do Serviço Público, 59(2), p. 245-252. https://doi.org/10.21874/rsp.v59i2.148

Edição

Seção

RSP Revisitada