Submissão

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Diretrizes para Autores

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  • O artigo deve ter entre 6.000 e 8.000 palavras (incluindo resumos, palavras-chave, tabelas, ilustrações, quadros, notas e referências). Anexos e apêndices não entram na contagem.
  • O texto deve seguir a formatação: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5, parágrafo 1,25 cm, margens (sup./inf. 2,5 cm; laterais 3 cm) e páginas numeradas. Veja exemplo.
  • O artigo deve conter resumos em português, espanhol e inglês, com até 200 palavras, incluindo: contexto, objetivo, metodologia e resultados/conclusões.
  • Devem ser incluídas de 3 a 5 palavras-chave nos três idiomas, além de títulos também em português, espanhol e inglês.
  • O arquivo submetido não pode conter identificação de autoria (garantia de avaliação cega). Verifique e remova dados nas propriedades do arquivo. (Dicas: (a) Microsoft Word, verificar em 'Arquivo' e 'Informações'; (b) Libre Office, verificar em 'Ferramentas' e 'Opções').
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  • Notas de rodapé devem ser numeradas, seguir a ABNT e ser utilizadas com moderação.
  • Ilustrações devem conter título, numeração, fonte e ser citadas no texto.
  • Imagens devem estar em alta resolução e elementos gráficos em formato editável.
  • Citações e referências devem seguir as normas da ABNT, com DOI quando disponível.
  • O artigo pode ter no máximo 6 autores. Não é permitida alteração de autoria após submissão.
  • Não há limite de submissões por autor, mas artigos aprovados do mesmo autor serão publicados em anos distintos (exceto edições especiais).
  • O artigo deve identificar explicitamente a instituição objeto da pesquisa. (Por ex: Modo errado - "Análise orçamentária de uma autarquia do Poder Executivo federal" . Modo correto: "Análise Orçamentária da Escola Nacional de Administração Pública - Enap").
  • Acesse o modelo de artigo.

Condições para submissão

Os artigos submetidos a partir de 15 de maio de 2026 devem seguir as novas condições. Artigos anteriores, se aceitos, deverão enviar declarações complementares exigidas pelos editores.

  • O trabalho é original, sem plágio, fabricação ou manipulação de dados.
  • O artigo é inédito e não está em avaliação por outra revista.
  • Todos os autores foram informados na submissão e possuem ORCID.
  • O texto segue as Diretrizes para Autores.
  • O arquivo não contém identificação de autoria (blind review).
  • Submissões em PDF não são aceitas.
  • Foi lida a Política de Ciência Aberta.
  • Foi preenchida a Declaração de Ciência Aberta.
  • Foi preenchida a Declaração de Contribuições e uso de IA.
  • Foi indicado ao menos um potencial revisor (nome, instituição, país e e-mail).
  • O manuscrito está adaptado às normas da ABNT.
  • Ao realizar o envio do manuscrito, também enviei a Declaração de Conformidade com a Ciência Aberta .
  • Ao realizar o envio do manuscrito, também enviei a Declaração de Contribuições e uso de Inteligência Artificial. 
  • A revista não cobra taxas de submissão ou publicação.
  • Dados (quando aplicável) estão disponíveis e acessíveis.

Ao submeter o manuscrito, o autor declara estar de acordo com todas as normas da Revista do Serviço Público.

Artigos

Política padrão de seção (7 a 9 artigos por número).

Edição especial Políticas de Cuidados (ENCERRADA)

Processo de Seleção e Avaliação:

Inicialmente, solicitamos a submissão somente do resumo ou abstract do manuscrito.

Estes serão avaliados quanto à originalidade, relevância e contribuição teórica e/ou empírica para os objetivos da edição especial (desk review pelos editores convidados). A seleção nesta etapa de desk review não garante a aceitação final para a publicação, mas sim a participação em workshop a ser organizado pela Enap, em formato híbrido, para discussão das versões preliminares dos trabalhos pré-selecionados.

Os resumos ou abstracts deverão ter até 500 palavras, contendo: o tema, o problema, a pergunta e/ou objetivo, a metodologia e as hipóteses ou o argumento a ser desenvolvido no artigo. Os manuscritos submetidos em sua versão final serão avaliados pelo processo de revisão por pares duplamente cega (double-blind peer review), no qual os autores e revisores (dois especialistas externos) permanecem anônimos durante o processo de avaliação.

Ed. especial: Adm. Pública e Soberania Digital (ENCERRADA)

A transformação digital dos Estados contemporâneos tem se configurado como um dos fenômenos mais significativos da administração pública nas últimas duas décadas, transcendendo a mera adoção de tecnologias para se constituir em uma questão estratégica de soberania nacional.

Esse processo, que inicialmente se apresentou como uma oportunidade de modernização e eficiência dos serviços públicos, revela-se hoje, para além do Brasil, como um campo de tensões geopolíticas onde as escolhas tecnológicas dos governos determinam não apenas a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos, mas também o grau de autonomia e independência dos Estados nacionais.

A crescente dependência de infraestruturas digitais controladas por conglomerados tecnológicos estrangeiros, particularmente as chamadas "big techs",  tem suscitado debates fundamentais sobre os limites da soberania estatal na era digital e sobre os riscos associados à terceirização de funções essenciais do Estado para atores privados transnacionais.

No que diz respeito à administração pública, a problemática da soberania digital manifesta-se em múltiplas dimensões que demandam análise acadêmica rigorosa. Primeiro, a dimensão infraestrutural, que envolve questões sobre o controle físico dos data centers, redes de telecomunicações e demais componentes materiais que sustentam os serviços digitais governamentais. Segundo, a dimensão dos dados, que abarca não apenas a custódia e proteção de informações sensíveis do Estado e dos cidadãos, mas também as assimetrias no acesso e uso destes dados por parte de empresas privadas, configurando fluxos unidirecionais (government-to-business) que beneficiam desproporcionalmente os atores privados em detrimento do interesse público. Terceiro, a dimensão da inteligência artificial e algoritmos, onde a adoção acrítica de sistemas de IA desenvolvidos por grandes corporações tecnológicas pode resultar em dependências estruturais que comprometem a autonomia decisória do Estado e perpetuam vieses e lógicas alheias aos valores e objetivos das políticas públicas nacionais.

Esta edição especial da Revista do Serviço Público busca aprofundar esse debate e encorajar estudos que investiguem experiências concretas de implementação de políticas de soberania digital, análises comparativas entre diferentes modelos nacionais, bem como impactos dessas políticas na efetividade e legitimidade da ação estatal, além de reflexões teóricas sobre as transformações do Estado na era digital.

Interessa, sobretudo, reunir estudos e pesquisas autorais inéditas, teóricos e empíricos, sob diversos prismas metodológicos e disciplinares, especialmente nos campos das políticas públicas e gestão governamental, ciência política, economia, direito, informação, comunicação e tecnologia. A edição procurará reunir as reflexões de pesquisadores, especialistas e gestores públicos, que se sintam desafiados e estimulados por questões como a seguir:

  1. Qual conceito de soberania digital deve ser articulado para desenvolver e fortalecer as capacidades estatais do Brasil e que seja útil na prática para formuladores de políticas públicas?
  2. Quais seriam as experiências mais relevantes de autonomia tecnológica e soberania digital em serviços digitais públicos e administrativos de diferentes países como membros dos Brics+, da Europa e da Ásia?
  3. Como devem ser estruturadas as capacidades da administração pública federal para o maior controle e autodeterminação de suas infraestruturas digitais e dos dados sob sua custódia?
  4. Quais seriam as melhores estratégias de articulação e coordenação entre o Estado, a academia/institutos de pesquisa e o setor privado (nacional e internacional) no âmbito das políticas industriais, científicas, tecnológicas e de inovação voltadas à soberania digital?
  5. Qual o papel das instituições e empresas estatais de tecnologia da informação e comunicação no processo de assegurar a soberania digital do Estado brasileiro?
  6. Quais os instrumentos de financiamento da economia digital e de estratégias de governo digital vigentes – ou a serem construídos - no Brasil, que fomentem e fortaleçam a soberania digital? (comparações internacionais são bem-vindas)
  7. Quais devem ser os critérios para a relação da Administração Pública com empresas de tecnologia (nacionais e internacionais) que venham a oferecer formação e capacitação a servidores públicos, com foco em soberania digital?

Espera-se que as contribuições abordem as questões como acima sugeridas articulando, de um ponto de vista crítico e reflexivo, temáticas como:

  • Capacidades Organizacionais e Burocráticas para Implementação de políticas industriais, científicas, tecnológicas e de inovação no âmbito da agenda digital;
  • Governança e Coordenação de políticas industriais e de inovação para o serviço públicos. Arranjos Institucionais de implementação;
  • Desafios e potencialidades das políticas públicas baseadas em dados e serviços digitais;
  • Instrumentos contemporâneos de políticas digitais;
  • Dinâmica do processo decisório de políticas digitais e tecnológicas no ambiente governamental brasileiro;
  • Representação política e institucional do setor privado, sindicatos de trabalhadores e sociedade civil organizada;
  • Mecanismos e processos de articulação público-privado;
  • Monitoramento e Avaliação de políticas digitais e tecnológicas;
  • Arranjos federativos, presidencialismo de coalização e relações entre os poderes;
  • Papel da burocracia pública nas políticas digitais e tecnológicas;
  • Instrumentos orçamentários e fiscais das modernas políticas digitais;
  • Relacionamento das políticas digitais e tecnológicas com as demais políticas setoriais do governo federal, no ciclo de políticas públicas.

Diretrizes para Submissão:

Os resumos devem conter obrigatoriamente: objetivo principal do artigo (com a pergunta de pesquisa), metodologia a ser utilizada, principais resultados esperados além das principais referências a serem utilizadas

Já os artigos finalizados devem ser originais, baseados em pesquisas empíricas e/ou análises teóricas e devem seguir as normas de formatação, tamanho e citação da Revista do Serviço Público, disponíveis no site:

https://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/about/submissions

Toda submissão de resumos deverá ser feita pelo sistema OJS da revista. Para submeter seu resumo é preciso estar previamente cadastrado no sistema.

Processo de Seleção e Avaliação:

Inicialmente, solicitamos a submissão somente do resumo ou abstract do manuscrito.

Estes serão avaliados quanto à originalidade, relevância e contribuição teórica e/ou empírica para os objetivos da edição especial (desk review pelos editores convidados). A seleção nesta etapa de desk review não garante a aceitação final para a publicação, mas sim a participação em workshop a ser organizado pela Enap, em formato híbrido, para discussão das versões preliminares dos trabalhos pré-selecionados.

Os resumos ou abstracts deverão ter até 500 palavras, contendo: o tema, o problema, a pergunta e/ou objetivo, a metodologia e as hipóteses ou o argumento a ser desenvolvido no artigo. Os manuscritos submetidos em sua versão final serão avaliados pelo processo de revisão por pares duplamente cega (double-blind peer review), no qual os autores e revisores (dois especialistas externos) permanecem anônimos durante o processo de avaliação.

Cronograma

  1. Abertura da chamada de artigos: 30/09/2025
  2. Submissão de Resumo pelo sistema OJS/RSP: 15/10
  3. Divulgação dos resumos selecionados: 30/11
  4. Realização de workshop para discussão das versões preliminares dos manuscritos após a divulgação dos resumos selecionados: 28/02/2026
  5. Submissão da versão final dos manuscritos, após o workshop, para efeitos de duplo peer-review: 15/04

Para maiores informações: rsp@enap.gov.br

Ed. especial: Mudança climática na agenda da administração pública (ENCERRADA)

contribuições inéditas, teóricas e empíricas, sob diversos prismas metodológicos, nos campos da política, políticas públicas e gestão governamental, que dialoguem criticamente com questões como:

  1. Limites e possibilidades da administração pública para formular, implementar e avaliar políticas climáticas em diferentes níveis de governo.
  2. Falhas de desenho e de implementação, em especial aquelas relacionadas à governança e à atuação de múltiplos atores.
  3. Capacidades administrativas e técnicas prioritárias e seu estágio de desenvolvimento nas diversas ordens de governo.
  4. Estratégias de articulação entre Estado, sociedade civil e setor privado que fortaleçam capacidades político-relacionais.
  5. Arranjos federativos e intergovernamentais, verticais e horizontais, voltados à implementação de políticas climáticas.
  6. A atuação de grupos de interesse econômicos, sociais e internacionais na formulação e execução de políticas.
  7. Inovações institucionais e intersetoriais capazes de superar a fragmentação da administração pública.

Temas de interesse incluem, entre outros:

  • Capacidades organizacionais e burocráticas para políticas climáticas;
  • Governança, coordenação e cooperação federativa;
  • Atuação de grupos de interesse e conflitos políticos;
  • Arranjos institucionais entre Estado e atores sociais/econômicos;
  • Relações com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável;
  • Instrumentos de planejamento (Plano Plurianual, Plano Clima, etc.);
  • Policy design e instrumentos de políticas públicas nas três esferas de governo;
  • Monitoramento e avaliação de políticas climáticas.

Embora o foco seja empírico, também serão bem-vindos aportes teóricos e conceituais que contribuam para o avanço do debate.

Política de Privacidade

Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades.