Envíos

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Directrices para autores/as

Directrices para los autores/as

I. Los artículos deben tener entre seis mil y ocho mil palabras (incluyendo resúmenes, palabras clave, cuadros, ilustraciones, cuadros, notas y referencias bibliográficas, excepto anexos y apéndices), en fuente Times New Roman, tamaño 12, interlineado 1,5, arriba y márgenes inferiores de 2,5 cm y laterales de 3,0 cm, y numeración de páginas;

II. Los resúmenes analíticos, en portugués, español e inglés, deben tener hasta 1,000 (mil) caracteres (con espacio), que permitan una visión global y anticipada del tema abordado (contexto, objetivo, metodología y principales conclusiones). También deben estar acompañados de 3 a 5 (mínimo de 3 y máximo de 5) palabras clave (descriptores) en portugués, español e inglés, que identifiquen su contenido, y títulos en los tres idiomas;

III. Las tablas, cuadros, gráficos y notas al pie deben limitarse a ilustrar el contenido sustantivo del texto; las notas deben estar debidamente numeradas y aparecer al pie de página, observando las normas de la ABNT (normas editoriales vigentes en Brasil);

IV. Las citas de autor en el cuerpo del texto deben seguir la forma “Autor, fecha”. Las referencias deben estar listadas al final del trabajo, en orden alfabético, observando las normas de la ABNT (normas editoriales vigentes en Brasil);

V. Los artículos deben enviarse en uno de los formatos: docx, .doc, .rtf, .odt;

VI. Los archivos con imágenes deben de ser enviados en alta resolución;

VII. El archivo de trabajo enviado no debe contener el nombre de sus autores (o cualquier otro nombre), para garantizar una evaluación ciega. Al enviar el artículo, los autores completan un campo específico en el que se registrará la autoría (Orientación: (a) en Microsoft Word, marque en 'Archivo' e 'Información'; (b) en Libre Office, marque en 'Herramientas' y 'Opciones');

VIII. Los artículos enviados a la RSPdeben tener un máximo de 6 (seis) autores. Una vez enviado el artículo, no se podrán realizar cambios de autoría (inclusión, exclusión o sustitución de nombres);

IX. No hay límite para la presentación de artículos del mismo autor, y los artículos del mismo autor, si se aprueban, deben publicarse en años diferentes;

X. Los metadatos de los artículos deben completarse con los datos de todos los autores (en orden descendente a partir del autor/a principal); de lo contrario, el envío será rechazado y el autor/autora deberá iniciar un nuevo envío que ingresará en la fila;

XI. No se permitirá, bajo ninguna circunstancia, incluir o excluir autores después de la presentación.

 

Proceso de evaluación por pares

Los artículos enviados a la Revista pasan por una revisión de admisión (desk review) para previo análisis de idoneidad por parte del consejo editorial de la revista. Algunos aspectos evaluados en este momento son: la adecuación de la temática del artículo al enfoque de la revista; la calidad del texto; el equilibrio teórico-empírico; y la contribución al avance del área temática. No se proporcionan detalles de esta decisión.

Los artículos aprobados en la revisión del desk review son enviados para evaluación por dos árbitros, especialistas en el tema del artículo, por un sistema de doble ciego (blind review): el autor no sabrá quiénes son los árbitros, ni ellos quién es el autor. Este análisis puede resultar en la aceptación del artículo (condicionado, o no, a la realización de cambios), o su rechazo (con o sin la sugerencia de un nuevo envío después de las modificaciones).

 

Lista de comprobación para la preparación de envíos

Todos los envíos deben cumplir los siguientes requisitos.

  • El archivo de envío está en formato OpenOffice, Microsoft Word, RTF o WordPerfect.
  • Siempre que sea posible, se proporcionan direcciones URL para las referencias.
  • El texto tiene interlineado sencillo; 12 puntos de tamaño de fuente; se utiliza cursiva en lugar de subrayado (excepto en las direcciones URL); y todas las ilustraciones, figuras y tablas se encuentran colocadas en los lugares del texto apropiados, en vez de al final.
  • El texto se adhiere a los requisitos estilísticos y biliográficos resumidos en las Directrices del autor/a, que aparecen en Acerca de la revista.

Artigos

Política padrão de seção (7 a 9 artigos por número).

Edição especial Políticas de Cuidados (ENCERRADA)

Processo de Seleção e Avaliação:

Inicialmente, solicitamos a submissão somente do resumo ou abstract do manuscrito.

Estes serão avaliados quanto à originalidade, relevância e contribuição teórica e/ou empírica para os objetivos da edição especial (desk review pelos editores convidados). A seleção nesta etapa de desk review não garante a aceitação final para a publicação, mas sim a participação em workshop a ser organizado pela Enap, em formato híbrido, para discussão das versões preliminares dos trabalhos pré-selecionados.

Os resumos ou abstracts deverão ter até 500 palavras, contendo: o tema, o problema, a pergunta e/ou objetivo, a metodologia e as hipóteses ou o argumento a ser desenvolvido no artigo. Os manuscritos submetidos em sua versão final serão avaliados pelo processo de revisão por pares duplamente cega (double-blind peer review), no qual os autores e revisores (dois especialistas externos) permanecem anônimos durante o processo de avaliação.

Ed. especial: Adm. Pública e Soberania Digital (ENCERRADA)

A transformação digital dos Estados contemporâneos tem se configurado como um dos fenômenos mais significativos da administração pública nas últimas duas décadas, transcendendo a mera adoção de tecnologias para se constituir em uma questão estratégica de soberania nacional.

Esse processo, que inicialmente se apresentou como uma oportunidade de modernização e eficiência dos serviços públicos, revela-se hoje, para além do Brasil, como um campo de tensões geopolíticas onde as escolhas tecnológicas dos governos determinam não apenas a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos, mas também o grau de autonomia e independência dos Estados nacionais.

A crescente dependência de infraestruturas digitais controladas por conglomerados tecnológicos estrangeiros, particularmente as chamadas "big techs",  tem suscitado debates fundamentais sobre os limites da soberania estatal na era digital e sobre os riscos associados à terceirização de funções essenciais do Estado para atores privados transnacionais.

No que diz respeito à administração pública, a problemática da soberania digital manifesta-se em múltiplas dimensões que demandam análise acadêmica rigorosa. Primeiro, a dimensão infraestrutural, que envolve questões sobre o controle físico dos data centers, redes de telecomunicações e demais componentes materiais que sustentam os serviços digitais governamentais. Segundo, a dimensão dos dados, que abarca não apenas a custódia e proteção de informações sensíveis do Estado e dos cidadãos, mas também as assimetrias no acesso e uso destes dados por parte de empresas privadas, configurando fluxos unidirecionais (government-to-business) que beneficiam desproporcionalmente os atores privados em detrimento do interesse público. Terceiro, a dimensão da inteligência artificial e algoritmos, onde a adoção acrítica de sistemas de IA desenvolvidos por grandes corporações tecnológicas pode resultar em dependências estruturais que comprometem a autonomia decisória do Estado e perpetuam vieses e lógicas alheias aos valores e objetivos das políticas públicas nacionais.

Esta edição especial da Revista do Serviço Público busca aprofundar esse debate e encorajar estudos que investiguem experiências concretas de implementação de políticas de soberania digital, análises comparativas entre diferentes modelos nacionais, bem como impactos dessas políticas na efetividade e legitimidade da ação estatal, além de reflexões teóricas sobre as transformações do Estado na era digital.

Interessa, sobretudo, reunir estudos e pesquisas autorais inéditas, teóricos e empíricos, sob diversos prismas metodológicos e disciplinares, especialmente nos campos das políticas públicas e gestão governamental, ciência política, economia, direito, informação, comunicação e tecnologia. A edição procurará reunir as reflexões de pesquisadores, especialistas e gestores públicos, que se sintam desafiados e estimulados por questões como a seguir:

  1. Qual conceito de soberania digital deve ser articulado para desenvolver e fortalecer as capacidades estatais do Brasil e que seja útil na prática para formuladores de políticas públicas?
  2. Quais seriam as experiências mais relevantes de autonomia tecnológica e soberania digital em serviços digitais públicos e administrativos de diferentes países como membros dos Brics+, da Europa e da Ásia?
  3. Como devem ser estruturadas as capacidades da administração pública federal para o maior controle e autodeterminação de suas infraestruturas digitais e dos dados sob sua custódia?
  4. Quais seriam as melhores estratégias de articulação e coordenação entre o Estado, a academia/institutos de pesquisa e o setor privado (nacional e internacional) no âmbito das políticas industriais, científicas, tecnológicas e de inovação voltadas à soberania digital?
  5. Qual o papel das instituições e empresas estatais de tecnologia da informação e comunicação no processo de assegurar a soberania digital do Estado brasileiro?
  6. Quais os instrumentos de financiamento da economia digital e de estratégias de governo digital vigentes – ou a serem construídos - no Brasil, que fomentem e fortaleçam a soberania digital? (comparações internacionais são bem-vindas)
  7. Quais devem ser os critérios para a relação da Administração Pública com empresas de tecnologia (nacionais e internacionais) que venham a oferecer formação e capacitação a servidores públicos, com foco em soberania digital?

Espera-se que as contribuições abordem as questões como acima sugeridas articulando, de um ponto de vista crítico e reflexivo, temáticas como:

  • Capacidades Organizacionais e Burocráticas para Implementação de políticas industriais, científicas, tecnológicas e de inovação no âmbito da agenda digital;
  • Governança e Coordenação de políticas industriais e de inovação para o serviço públicos. Arranjos Institucionais de implementação;
  • Desafios e potencialidades das políticas públicas baseadas em dados e serviços digitais;
  • Instrumentos contemporâneos de políticas digitais;
  • Dinâmica do processo decisório de políticas digitais e tecnológicas no ambiente governamental brasileiro;
  • Representação política e institucional do setor privado, sindicatos de trabalhadores e sociedade civil organizada;
  • Mecanismos e processos de articulação público-privado;
  • Monitoramento e Avaliação de políticas digitais e tecnológicas;
  • Arranjos federativos, presidencialismo de coalização e relações entre os poderes;
  • Papel da burocracia pública nas políticas digitais e tecnológicas;
  • Instrumentos orçamentários e fiscais das modernas políticas digitais;
  • Relacionamento das políticas digitais e tecnológicas com as demais políticas setoriais do governo federal, no ciclo de políticas públicas.

Diretrizes para Submissão:

Os resumos devem conter obrigatoriamente: objetivo principal do artigo (com a pergunta de pesquisa), metodologia a ser utilizada, principais resultados esperados além das principais referências a serem utilizadas

Já os artigos finalizados devem ser originais, baseados em pesquisas empíricas e/ou análises teóricas e devem seguir as normas de formatação, tamanho e citação da Revista do Serviço Público, disponíveis no site:

https://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/about/submissions

Toda submissão de resumos deverá ser feita pelo sistema OJS da revista. Para submeter seu resumo é preciso estar previamente cadastrado no sistema.

Processo de Seleção e Avaliação:

Inicialmente, solicitamos a submissão somente do resumo ou abstract do manuscrito.

Estes serão avaliados quanto à originalidade, relevância e contribuição teórica e/ou empírica para os objetivos da edição especial (desk review pelos editores convidados). A seleção nesta etapa de desk review não garante a aceitação final para a publicação, mas sim a participação em workshop a ser organizado pela Enap, em formato híbrido, para discussão das versões preliminares dos trabalhos pré-selecionados.

Os resumos ou abstracts deverão ter até 500 palavras, contendo: o tema, o problema, a pergunta e/ou objetivo, a metodologia e as hipóteses ou o argumento a ser desenvolvido no artigo. Os manuscritos submetidos em sua versão final serão avaliados pelo processo de revisão por pares duplamente cega (double-blind peer review), no qual os autores e revisores (dois especialistas externos) permanecem anônimos durante o processo de avaliação.

Cronograma

  1. Abertura da chamada de artigos: 30/09/2025
  2. Submissão de Resumo pelo sistema OJS/RSP: 15/10
  3. Divulgação dos resumos selecionados: 30/11
  4. Realização de workshop para discussão das versões preliminares dos manuscritos após a divulgação dos resumos selecionados: 28/02/2026
  5. Submissão da versão final dos manuscritos, após o workshop, para efeitos de duplo peer-review: 15/04

Para maiores informações: rsp@enap.gov.br

Ed. especial: Mudança climática na agenda da administração pública (ENCERRADA)

contribuições inéditas, teóricas e empíricas, sob diversos prismas metodológicos, nos campos da política, políticas públicas e gestão governamental, que dialoguem criticamente com questões como:

  1. Limites e possibilidades da administração pública para formular, implementar e avaliar políticas climáticas em diferentes níveis de governo.
  2. Falhas de desenho e de implementação, em especial aquelas relacionadas à governança e à atuação de múltiplos atores.
  3. Capacidades administrativas e técnicas prioritárias e seu estágio de desenvolvimento nas diversas ordens de governo.
  4. Estratégias de articulação entre Estado, sociedade civil e setor privado que fortaleçam capacidades político-relacionais.
  5. Arranjos federativos e intergovernamentais, verticais e horizontais, voltados à implementação de políticas climáticas.
  6. A atuação de grupos de interesse econômicos, sociais e internacionais na formulação e execução de políticas.
  7. Inovações institucionais e intersetoriais capazes de superar a fragmentação da administração pública.

Temas de interesse incluem, entre outros:

  • Capacidades organizacionais e burocráticas para políticas climáticas;
  • Governança, coordenação e cooperação federativa;
  • Atuação de grupos de interesse e conflitos políticos;
  • Arranjos institucionais entre Estado e atores sociais/econômicos;
  • Relações com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável;
  • Instrumentos de planejamento (Plano Plurianual, Plano Clima, etc.);
  • Policy design e instrumentos de políticas públicas nas três esferas de governo;
  • Monitoramento e avaliação de políticas climáticas.

Embora o foco seja empírico, também serão bem-vindos aportes teóricos e conceituais que contribuam para o avanço do debate.

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