Lo privado y lo público como espacios de acción y segregación
: un análisis de la trayectoria profesional femenina desde la perspectiva de dos periódicos de Minas Gerais en las décadas de 1930 y 1960
DOI:
https://doi.org/10.21874/rsp.v76ic.11093Palabras clave:
representación femenina, administración pública, asimetría de género, estereotipos de géneroResumen
Este artículo tiene como objetivo investigar la presencia y el desempeño de las mujeres en la Administración Pública a partir del análisis de la representación femenina en los periódicos mineros Estado de Minas y Diário da Tarde en las décadas de 1930 y 1960. A través de una reflexión histórica y sociológica sobre la inclusión de las mujeres en la esfera pública, el estudio destaca las transformaciones y continuidades de la representación femenina a lo largo del tiempo, al tiempo que revela las sutilezas del discurso mediático, que a veces legitima y a veces cuestiona la inclusión femenina en el espacio público. El objetivo es arrojar luz sobre las voces femeninas emergentes en la administración pública, así como sobre los silencios que a menudo las rodeaban, contribuyendo a una comprensión más amplia y profunda de la dinámica de género en la política y la Administración Pública brasileñas. Además, la investigación plantea reflexiones sobre los estereotipos propagados y los patrones aún arraigados en nuestra sociedad, destacando la urgente necesidad de promover reformas e implementar procesos que cuestionen y deconstruyan estos discursos asimétricos que perpetúan la desigualdad de género.
Descargas
Citas
BRITO, J.; OLIVEIRA, O. Divisão Sexual do Trabalho e Desigualdade nos Espaços de Trabalho. In: FILHO, F.S; JARDIM S. (orgs.) A Danação do Trabalho, Te Corá. Rio de Janeiro. 1997.
CAMPOS, M. C. S. S. Formação do magistério em São Paulo: do império a 1930. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n.72, p.5-16, fev. 1990.
COMTE, Augusto. Catecismo positivista. São Paulo: Nova Cultural, 2000. (Coleção Os Pensadores).
DEL PRIORE, Mary (org.); BASSANEZI, Carla (coord. de textos). História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Editora Contexto. Unesp, 1997.
DEMARTINI, Zeila de Brito Fabri; ANTUNES, Fátima Ferreira. Magistério primário: profissão feminina, carreira masculina. Cadernos de Pesquisa, (86), p.5–14, 1993. Disponível em: https://publicacoes.fcc.org.br/cp/article/view/934. Acesso em 26 de agosto de 2025. . DOI: 10.18222/cp.v23i86.934
DUARTE, Constância Lima; CARMO, Dinorah; LUZ, Jalmelice. Mulheres de Minas: lutas e conquistas. Belo Horizonte: Conselho Estadual da Mulher de Minas Gerais, Imprensa Oficial, 2008.
DUBY, Georges. Idade média, idade dos homens: do amor e outros ensaios. Tradução Jônatas Batista Neto. — São Paulo: Companhia das letras, 2011.
ETTEMA, J. S.; GLASSER, T. L. A íntima dependência mútua entre fato e valor. Revista Brasileira de Ciência Política, (6), p.249–276, 2011. Recuperado de https://periodicos.unb.br/index.php/rbcp/article/view/1885. Acesso em 26 de agosto de 2025.
FEDERICI, Silvia. Mulheres e caça às bruxas: da Idade Média aos dias atuais. Tradução Heci Regina Candiani. 1. edição. São Paulo: Boitempo, 2019.
FEDERICI, Silvia. O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista. Trad. de Coletivo Sycorax São Paulo: Elefante, 2019.
FREIRE, P. Opressão, classe e gênero. In: FREIRE, A. M. A. (Org.). Pedagogia dos sonhos possíveis. São Paulo: Ed. Unesp, 2001.
HEBERMAS, Jurgen. Mudança estrutural na esfera pública. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984.
LOURO, Guacira. Mulheres na Sala de Aula. In: PRIORE, M. D. (org.) História das mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 2009.
FIGUEIREDO, Luciano. O avesso da memória: cotidiano e trabalho da mulher em Minas Gerais no século XVIII. Rio de Janeiro, José Olyrnpio; Brasília, DF, EDUMB, 1993.
LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação. Uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis, RJ, Vozes, p.14-36, 1997.
MELNIKOFF, Ricardo André Aires; MELNIKOFF, Elaine Almeida Aires. Professora, professorinha primeira profissão que legitima a mulher do século XIX. In: IV Congresso Sergipano de História & IV Encontro Estadual de História da ANPUH/SE, o Cinquentenário do Golpe de 64; Anais. Aracaju, Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, p. 1-13, 2014. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/628758310/Professora-professorinha-primeira-profissao-que-legitima-a-mulher-do-seculo-XIX-PDF-Free-Download. Acesso em 26 de agosto de 2025
MURARO, R. M. A mulher no terceiro milênio. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2000.
NASCIMENTO, Kelly Cristina. Entre a mulher ideal e a mulher moderna: representações femininas na imprensa mineira - 1873-1932". Dissertação (Pós-Graduação em História) –Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2006.
NOGUEIRA, Carlos Roberto Figueiredo. As companheiras de Satã: o processo de diabolização da mulher. Espacio, Tiempo y Forma: Revista de la Facultad de Geografía e Historia, Vol. 4, p. 9-24, 1991.
OKIN, Susan Moller. Gênero, público e o privado. Revista de Estudos Femininos, 2008.
PERROT, M. História dos quartos. Tradução: Alcida Brant. São Paulo: Paz & Terra, 2011.
PERROT, Michelle. Os excluídos da história: operários, mulheres e prisioneiros. São Paulo: Paz e Terra, 2010.
PINSKY, Carla Bassanezi; PEDRO, Joana Maria (Org.). Nova História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 2012.
PRIORE, Mary Del; VENANCIO, Renato. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2010.
RIBEIRO, Arilda Ines Miranda. Mulheres Educadas na Colônia. In: LOPES, Eliane Marta Teixeira; FILHO, Luciano Mendes de Faria; VEIGA, Cynthia Greive (Orgs.). 500 Anos de Educação no Brasil. 2. ed. Belo Horizonte, MG: Autêntica, p. 79-94, 2000.
RIBEIRO, Flavia Nizia da Fonseca. Internet e imagem: representações de jovens universitários. Tese (Doutorado em Educação) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/12439/12439_1.PDF. Acesso em 26 de agosto de 2025
SOUZA, Rita de Cássia de. "Não premiarás, não castigarás, não ralharás...": dispositivos disciplinares em grupos escolares de Belo Horizonte (1925-1955). Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, 2006. São Paulo, 2006. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-06032008-112155/publico/TeseRitaCassiaSouza.pdf. Acesso em 26 de agosto de 2025.
STAMATTO, Maria Ines. Um olhar na história: a mulher na escola (Brasil:1549-1910), In: História e Memória da Educação Brasileira, Natal, 2002.
TABAK, Fanny. Autoritarismo e participação política da mulher. Rio de Janeiro: Graal, 1983.
TELES, Maria Amélia de Almeida. Breve história do feminismo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1993.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista do Serviço Público

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
- A RSP adota a licença Creative Commons (CC) do tipo Atribuição – Uso Não-Comercial (BY-NC).
- A licença permite que outros remixem, adaptem e criem obra licenciada, sendo proibido o uso com fins comerciais.
- As novas obras devem fazer referência ao autor nos créditos e não podem ser usadas com fins comerciais, porém não precisam ser licenciadas sob os mesmos termos dessa licença.
- Ao publicar o artigo na RSP, o autor cede e transfere para a ENAP os direitos autorais patrimoniais referentes ao artigo.
- O artigo publicado na RSP não poderá ser divulgado em outro meio sem a devida referência à publicação de origem.
- O autor que tiver o artigo publicado na RSP deverá assinar o Termo de Concessão de Direitos Autorais (em momento oportuno a editoria da Revista entrará em contato com o autor para assinatura do Termo).