Um socialista no erário inglês

Autores

  • Benedicto Silva

DOI:

https://doi.org/10.21874/rsp.v93i1%20-%203.4162

Resumo

Imemorialmente, todo governo, ainda o da unidade menos importante,
detém o poder de criar impostos e de arrecadá-los, por bem ou por mal,
dispondo para isso do concurso solícito dos tribunais e dos corpos de
polícia.
De onde vem, em que se estriba êsse poder absoluto dos governos,
inclusive os corruptos, de se apropriarem compulsòriamente de parte do
produto do trabalho de cada cidadão? Que explica essa prática universal
— e universalmente aceita — de tomar o governo para si, e utilizar mais
ou menos a bel-prazer, uma parcela dos salários, da renda ou do lucro
de cada um de seus contribuintes? Seria um efeito de velocidade adquirida?

Seria uma conseqüência da inércia criada pela tradição? Ou, será tal a
validez cia chamada teoria da compulsoriedade, que chega a produzir efeitos
universais e ao mesmo tempo constantes?

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Publicado

2020-01-13

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Um socialista no erário inglês. (2020). Revista Do Serviço Público, 93(1 - 3), 78-88. https://doi.org/10.21874/rsp.v93i1 - 3.4162