Participación ciudadana en ciudades inteligentes

mecanismos de identificación en ciudades brasileñas

Autores/as

  • Rosanny Rayssa Souza Clemente Centro Universitário Internacional (UNINTER), Maceió – AL – Brasil
  • Júlia Emily de Souza Santos Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Maceió – AL– Brasil
  • Maria Rebeca Ferreira da Silva Instituto Federal de Alagoas (IFAL), Maceió – AL– Brasil
  • Luiz Antonio Felix Júnior 4Instituto Federal da Paraíba (IFPB), Guarabira – PB – Brasil 4Programa de Pós-Graduação em Gestão Pública (PPGP/UFPB), João Pessoa – PB - Brasil
  • Vera Lúcia Cruz Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa – PB - Brasil
  • Elton Oliveira de Moura Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Nova Cruz – RN – Brasil

DOI:

https://doi.org/10.21874/rsp.v77i1.11279

Palabras clave:

mecanismos, participación ciudadana, ciudades inteligentes

Resumen

El presente estudio tuvo como objetivo identificar los mecanismos de participación ciudadana adoptados en las iniciativas de ciudades inteligentes brasileñas. Para el desarrollo se realizó una revisión sistemática de la literatura (RSL), utilizando Scopus® y Web of Science (WoS)®. También se realizó un estudio de caso múltiple con un enfoque cualitativo en un alcance descriptivo, utilizando la recopilación y análisis documental en las ciudades inteligentes brasileñas que están clasificadas en el CIMI 2024: São Paulo, Río de Janeiro, Curitiba, Brasilia, Salvador y Belo Horizonte. . Entre los principales resultados, se encontró que las prácticas brasileñas de participación ciudadana identificadas abordan: el uso de tecnología para monitorear a la población; creación de laboratorios que fomenten la participación ciudadana; reducción de tiempos de espera en la prestación de servicios públicos y reducción de costos, a través de plataformas digitales; mejoramiento de las oficinas del defensor del pueblo con espacios alternativos para la solicitud de servicios; mecanismos para facilitar la comprensión de la información por parte de los ciudadanos. En conclusión, la investigación identificó tres grupos de contribuciones a la participación ciudadana, a saber: proyectos públicos con participación ciudadana, mecanismos auxiliares a la participación ciudadana y mecanismos de participación ciudadana. Se observó que la mayoría de las prácticas existentes no incluyen a los ciudadanos directamente en las decisiones.

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Biografía del autor/a

  • Rosanny Rayssa Souza Clemente, Centro Universitário Internacional (UNINTER), Maceió – AL – Brasil

    Técnico en Logística por el Instituto Federal de Alagoas (IFAL). Estudiante de Administración de Empresas en el Centro Universitario Internacional (UNINTER).

  • Júlia Emily de Souza Santos, Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Maceió – AL– Brasil

    Técnico en Logística por el Instituto Federal de Alagoas (IFAL). Estudiante de Arquitectura y Urbanismo por la Universidad Federal de Alagoas (UFAL).

  • Maria Rebeca Ferreira da Silva, Instituto Federal de Alagoas (IFAL), Maceió – AL– Brasil

    Técnico en Logística por el Instituto Federal de Alagoas (IFAL)

  • Luiz Antonio Felix Júnior, 4Instituto Federal da Paraíba (IFPB), Guarabira – PB – Brasil 4Programa de Pós-Graduação em Gestão Pública (PPGP/UFPB), João Pessoa – PB - Brasil

    Doctor en Administración por la Universidade Potiguar (UnP). Profesor del Instituto Federal de Paraíba (IFPB) y profesor del Programa de Posgrado en Gestión Pública (PPGP/UFPB).

  • Vera Lúcia Cruz, Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa – PB - Brasil

    Doctor en Administración por la Universidade Potiguar (UnP). Profesor de la Universidad Federal de Paraíba (UFPB).

  • Elton Oliveira de Moura, Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Nova Cruz – RN – Brasil

    Doctor en Administración por la Universidad Federal de Paraíba (UFPB). Profesor del Instituto Federal de Rio Grande do Norte (IFRN).

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Publicado

2026-04-10

Cómo citar

Participación ciudadana en ciudades inteligentes: mecanismos de identificación en ciudades brasileñas. (2026). Revista Do Serviço Público, 77(1), 132-157. https://doi.org/10.21874/rsp.v77i1.11279

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