Regiões metropolitanas, a experiência brasileira e suas perspectivas

Autores

  • Luiz Otavio Cavalcante ENAP

DOI:

https://doi.org/10.21874/rsp.v40i1.2313

Resumo

Os resultados preliminares do último censo apresentaram a face marcante do Brasil dos anos 80: um país urbano. Os dados revelaram que: a) 67% da população brasileira, cerca de 80 milhões de pessoas, vivem nas cidades; b) 29% dessa população, ou seja, aproximadamente 36 milhões de habitantes, residem nas nove regiões metropolitanas; c) cerca de trezentos, dos 4 mil municípios brasileiros, concentram metade da população nacional. Este quadro significa que, do ponto de vista territorial, o país vem sofrendo um processo de urbanização acelerada e de concentração demográfica, com tendência a agravar os desequilíbrios regionais e a provocar distorções no crescimento das cidades. Significa, também, que está ampliada a responsabilidade social do administrador público, no sentido de orientar os investimentos de forma a promover a ocupação mais equilibrada do nosso território, através do estabelecimento de um sistema de cidades que assegure melhor distribuição regional do desenvolvimento.

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Publicado

2017-07-18

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Regiões metropolitanas, a experiência brasileira e suas perspectivas. (2017). Revista Do Serviço Público, 40(1), 131-136. https://doi.org/10.21874/rsp.v40i1.2313