Prácticas informacionales en el control externo
la planificación de las auditorías en los Tribunales de Cuentas brasileños
DOI:
https://doi.org/10.21874/kpg3qf75Palabras clave:
uso de la información, control externo, Tribunales de Cuentas, auditoría gubernamental, capacidades institucionalesResumen
El uso de la información es central en el control externo, pero se sabe poco sobre cómo se movilizan distintas fuentes en la planificación de auditorías. Este artículo examina ese uso por auditores de los Tribunales de Cuentas brasileños, según el tipo de auditoría y las capacidades institucionales. Con base en un survey con 226 auditores de 33 Tribunales de Cuentas, se identifica un núcleo informacional formado por normas legales, datos administrativos internos, informes de auditorías previas, información de los auditados y la experiencia del equipo. La diversidad de fuentes varía por tipo de auditoría: las auditorías operativas movilizan repertorios más amplios que las auditorías financieras y de cumplimiento. Las capacidades institucionales modulan estas variaciones. La estructura técnica se asocia con la sistematización del núcleo, mientras que las unidades especializadas de planificación e inteligencia amplían la articulación entre fuentes y, en algunos contextos, incorporan fuentes externas. Al tratar la planificación como una práctica informacional institucionalizada, el estudio destaca el papel de los arreglos organizacionales en una etapa poco explorada del control externo brasileño.
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Referencias
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