Burocratas de Médio Escalão: novos olhares sobre velhos atores da produção de políticas públicas

Autores

  • Gabriela Spanghero Lotta UFABC
  • Roberto Rocha C. Pires Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
  • Vanessa Elias Oliveira UFABC

DOI:

https://doi.org/10.21874/rsp.v65i4.562

Resumo

O artigo tem como objetivo apresentar os resultados de uma revisão da literatura nacional e internacional sobre burocratas de médio escalão (BMEs). A sistematização da literatura se orientou a partir de uma perspectiva de políticas públicas, voltada para a compreensão da existência e atuação desses atores e das suas influências sobre os processos de produção de políticas públicas e ações governamentais. Três dimensões da atuação da burocracia de médio escalão foram analisadas: seus papeis, funções e “lugares”; as perspectivas analíticas a partir das quais são observados (estrutural, individual e relacional); e, por fim, a sua atuação nas políticas públicas setoriais. Dois aspectos merecem destaque a partir da revisão bibliográfica empreendida. Em primeiro lugar, o fato de que os BMEs merecem maior atenção nas análises dos processos de produção de políticas públicas. Somado a isso, explicita-se as ausências existentes na literatura nacional no que tange a relevância e centralidade desse ator. 

Palavras-chave: burocracia, administração pública, políticas públicas, agente público

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Biografia do Autor

  • Gabriela Spanghero Lotta, UFABC
    Professora de políticas públicas da UFABC
  • Roberto Rocha C. Pires, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
    Doutor em políticas públicas pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). É pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), na Diretoria de Estudos sobre Estado, Instituições e Democracia.
  • Vanessa Elias Oliveira, UFABC
    Professora de políticas públicas da UFABC

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Publicado

2014-12-02

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Burocratas de Médio Escalão: novos olhares sobre velhos atores da produção de políticas públicas. (2014). Revista Do Serviço Público, 65(4), p. 463-492. https://doi.org/10.21874/rsp.v65i4.562